
O Partido dos Trabalhadores (PT) de São Paulo está pressionando pela definição das chapas eleitorais para as eleições de 2026 até março, destacando a importância do estado como o maior colégio eleitoral do país. Durante uma reunião em São Paulo, os dirigentes petistas reiteraram o apoio à candidatura de Fernando Haddad, atual Ministro da Fazenda, ao governo do estado. Ao mesmo tempo, reforçaram a defesa da manutenção de Geraldo Alckmin como vice-presidente na chapa de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A reunião foi conduzida por Edinho Silva, presidente nacional do PT, e houve críticas sobre a falta de decisão em relação aos candidatos ao governo e ao Senado. Jilmar Tatto, deputado e membro do comando nacional do PT, mencionou a expectativa de que uma decisão seja tomada após conversas entre Lula e Haddad. Com 34 milhões de eleitores, o estado de São Paulo é um território crítico e os petistas estão ansiosos para não perder terreno frente ao governador Tarcísio de Freitas, que busca sua reeleição.
Haddad é visto como o candidato ideal pelo PT devido ao seu bom desempenho nas últimas eleições, mas o ministro hesita em aceitar a candidatura estadual. Lula está em conversas com Haddad para tentar convencê-lo a lançar sua candidatura e fortalecer o palanque do partido no estado. A ideia é garantir um expressivo apoio para a candidatura presidencial de Lula em São Paulo. Caso a candidatura de Haddad não se concretize, Simone Tebet, membro do MDB, pode vir a ser o “plano B” para concorrer ao governo estadual.
Além disso, a reunião abordou a possibilidade de formação de uma federação com o Psol, embora a resistência interna do partido aliado torne essa aliança improvável para a eleição atual. Uma reunião do comando nacional do PT e do Psol está prevista para acontecer em Brasília, visando discutir a composição dessa possível federação. No cenário preferido pelos petistas, as ministras Marina Silva e Simone Tebet seriam candidatas ao Senado, com Marina possivelmente retornando ao PT.
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